• SINDICATO DOS POLICIAIS CIVIS DO ESTADO DE SERGIPE

NOTA DE REPÚDIO E ESCLARECIMENTOS

Contra mentiras, a verdade!

04/12/2017

Prezados(as) Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do Estado de Sergipe.

O Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe – SINPOL SERGIPE, através do Presidente subscrito, eleito regularmente pela Categoria Polícia Civil em nosso Estado, vem a público manifestar seu profundo REPÚDIO contra mais uma tentativa rasteira e antissindical, invocada por quem age de má-fé ou ignorância quando deveria, simplesmente, respeitar a vontade da maioria na última eleição sindical válida.

Desnecessário tecer comentários acerca do nosso respeito à liberdade de reunião preconizada em nossa Carta Republicana de 1988, mormente quando não estiver eivada de vícios formais e motivação subliminar com propósitos particulares.

Tão nocivo para nossa Categoria quanto chegar ao ponto de se utilizar de falsidade ideológica, a fim de reservar um auditório dentro da Academia de Polícia Civil, assinando e emitindo ofício em nome de entidade associativa que sequer possui legitimidade dentro de sua diretoria (usando indevidamente o nome da UNIPOL), é esse mesmo Policial Civil Escrivão, Antônio Moraes, omitir conhecimento sobre “EDITAL DE CONVOCAÇÃO - ELEIÇÕES SINPOL 2014”, publicado no Diário Oficial do Estado de Sergipe em agosto daquele ano (pag. 7), de modo a não assumir publicamente que todo o pleito sindical em vigor foi realizado exatamente por ele e com vistas ao quadriênio 2015/2018, ou seja, enquanto o Sindicato permanecia sob a sua batuta como presidente.

Não há também como admitir alegação de desconhecimento – ignorância – sobre a duração de um “mandato sindical” por quem foi o principal responsável pela elaboração e convocação do Edital de Eleição mencionado acima, em ato contínuo assinou Termo de Posse e Transmissão à nova Diretoria eleita pela Categoria. Se não há ignorância nestes casos, só pode haver má-fé.

Imperioso destacar que o ex-presidente do Sindicato foi quem provocou diversas alterações estatutárias de seu interesse enquanto exercia o mandato, todavia, apesar de uma ação judicial interposta por um dos nossos Conselheiros Fiscais, nem todas as alterações foram anuladas pelo Judiciário, a exemplo do que o “ex-sindicalista” estipulou como carência para impedir a ampla participação de todos os Policiais Civis nas eleições sindicais, entre outros, atingindo de plano Policiais Civis recém-nomeados caso as eleições tivessem ocorrido neste ano de 2017, pois impôs longos 18 meses de carência para que pudessem concorrer ao voto (Art. 37 - II, do Estatuto Social do SINPOL, disponível no endereço: www.sinpolsergipe.org.br).

Ora! Não nos cabe contrariar a vontade da maioria absoluta que de boa-fé respeitou as regras preestabelecidas, compareceu ao local da votação e decidiu sua preferência, nem mesmo estamos descumprindo decisão judicial que manteve incólume o quadriênio ratificado na Ata de Assembleia Geral realizada em 2013, sobretudo porque jamais a eleição de 2014 esteve anulada pela Justiça.

Repugnamos qualquer tentativa de “golpes” por interesses individuais ou político-partidário, sob pena de nos tornarmos reféns dos mesmos que sempre agiram/agem desonestamente.

O Sinpol está aberto a esclarecimentos sobre fatos aqui informados, seja na sede da entidade pessoalmente seja em quaisquer Assembleias Gerais que realizarmos, sempre no intuito de blindar a Categoria contra interesses particulares e escusos, desde que o propósito não seja incitar Policiais Civis contra outros Policiais Civis que pensam diferente, meramente, para se buscar um “atalho” e manobrar uma eleição, até que provem o contrário, legítima.

Conclamamos aos Policiais Civis de Sergipe que discordam do famoso “jeitinho brasileiro” para se vencer na vida – temos certeza se tratar da maioria dentro de uma carreira tão honrada –, de maneira a também repudiarem atitudes dessa natureza e não servirem jamais como palanque para “seu ninguém”!

Sempre lutaremos para impedir que nos transformem num sindicato comum, tal como os sucessivos Golpes de Estado ao longo da nossa história transformaram o Brasil num país pequeno qualquer, cujos políticos sem valores morais tentam nos retirar direitos a cada dia, seja através da PEC 287 (aposentadoria), da limitação do teto dos gastos públicos e/ou da reforma trabalhista às avessas.

Assim, cofiando no respeito que procuramos nutrir durante toda a nossa gestão, até mesmo suportando mentiras para não dar eco politiqueiro, esperamos que na próxima eleição a ser convocada pelo Sindicato em 2018, a diretoria vencedora seja qual for a gestão, ingresse no SINPOL SERGIPE pela porta da frente sem malabarismos ou manobras, o que nos fortalecerá a todos, moral e coletivamente.

Aracaju, 4 de dezembro de 2017.

João Alexandre Fernandes Menezes

POLICIAL CIVIL AGENTE

Presidente


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