• SINDICATO DOS POLICIAIS CIVIS DO ESTADO DE SERGIPE

NOTA DE SOLIDARIEDADE E APOIO

O Sindicato dos Policiais Civis de Sergipe – SINPOL SERGIPE, diante de mais um golpe aplicado contra a Cidadania e o Estado de Direito, desta vez envolvendo o policial civil JOSÉ CARLOS CAMPOS.

01/09/2017

NOTA DE SOLIDARIEDADE E APOIO

O Sindicato dos Policiais Civis de Sergipe – SINPOL SERGIPE, diante de mais um golpe aplicado contra a Cidadania e o Estado de Direito, desta vez envolvendo o policial civil JOSÉ CARLOS CAMPOS, e seus familiares, que sofreram agressões físicas e psicológicas, após ficarem sob a mira de armas de fogo, manifesta irrestrita solidariedade e apoio ao colega e repudia de forma enérgica, e mais uma vez, a forma como bandidos de todas as espécies são tratados neste País, com aplicação de penas brandas para seus crimes, com direitos diversos, inclusive apoio de ONGs de Direitos Humanos.

Por outro lado, para as vítimas de criminosos, o Estado não dispensa tratamento adequado, pois o Brasil virou um laboratório de doutrinas jurídicas onde se aplicam pensamentos de juristas e doutrinadores da Alemanha, Itália, Espanha, Inglaterra e de qualquer canto do mundo, que sequer são aplicados em seus países, mas nenhuma legislação própria ou em consonância à realidade do povo brasileiro.

Que tal se aplicassem ao povo brasileiro todos os direitos aplicados aos bandidos? Já há em nossas ruas o desejo, entre alguns cidadãos, de serem presos, somente para obterem o direito a estudar sem custos, o direito a atendimento médico e psicológico, direito as refeições básicas (café, almoço e jantar), segurança de qualidade, direito a assistências das ONGs de direitos humanos, ou seja, os padrões mínimos de humanidade previstos no ordenamento jurídico.

Ser cidadão de bem no Brasil, significa “sobreviver” em decorrência de falta ou insuficiência das condições legais, vez que nosso povo não tem instalações sanitárias mínimas, escolas de qualidade, hospitais bons ou sequer assemelhados aos hospitais de campanha (de guerra), segurança pública (60.000 homicídios, 50.000 estupros, 5.000 latrocínios, 500.000 roubos diversos por ano), ou isto não é dever do Estado?


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