• SINDICATO DOS POLICIAIS CIVIS DO ESTADO DE SERGIPE

Nota de Esclarecimento

Resposta à nota pública que sugere uma aliança entre a ADEPOL por agenda comum.

16/05/2018

Mais uma vez, tem circulado em grupos de Whatsapp, nota pública que sugere uma aliança estratégica entre a ADEPOL e a base para lutarem por uma agenda comum.

Por esta razão corroboramos que esta união é importante para o fortalecimento da categoria Polícia Civil em nossa luta no âmbito estadual. Isso foi posto pela diretoria do SINPOL SERGIPE, mais de uma vez, em reuniões mantidas com representantes da Adepol, passados e presentes.

O que estamos tentando entender é a razão de alguns ex-presidentes de entidades classistas (sindicatos ou associações) somente aparecerem em posições de críticos ferrenhos e donos da verdade apenas quando perdem suas bases.

Conversas sobre agendas comuns ocorreram, de fato, mas o que não foi dito pelo ex-presidente da Adepol é que elas se esbarraram em questiúnculas motivadas pela vaidade – achar que os policiais civis agentes e escrivães devem ganhar muito menos que o policial civil delegado de polícia da Classe Substituta (ainda não existente).

O que sempre esperamos nessas “alianças” é que haja concretização de vantagens para os policiais civis e não apenas para parte destes. Mais do que ninguém, nós torcemos para que esses entendimentos se concretizem e que não esbarremos nas questões em que sempre esbarramos em tentativas anteriores de estabelecer uma luta conjunta e justa para todos.

Não é possível ter um movimento verdadeiramente unido quando são desprezadas questões fundamentais como a redução do abismo salarial entre os cargos, e do interstício máximo de 3 anos na classe inicial (cuja ideia partiu do SINPOL e foi apresentada a Adepol), pois estas questões são fundamentais para estabelecer um padrão de remuneração mais digno, que recompense de forma justa os ocupantes dos cargos das carreiras na Polícia Civil de Sergipe.

Em oportunidades anteriores, os diretores da ADEPOL, da gestão atual e da anterior, se recusaram a se comprometer com uma agenda que buscasse alçar os valores percebidos na base ao patamar de pelo menos 65% dos valores auferidos pelos Policiais Civis Delegados, assim como não aceitaram a redução do interstício da classe inicial na reestruturação da carreira, mesmo sabendo que isso seria fundamental para que o policial civil em Sergipe tivesse a possibilidade de ter a aposentadoria especial concedida no prazo ideal e com a remuneração máxima quando houvesse a criação da classe final.

A ideia de uma luta unificada é bastante salutar, afinal, nós sempre defendemos que somos todos integrantes de uma mesma categoria Policia Civil, Policiais Civis Agentes, Policiais Civis Delegados e Policiais Civis Escrivães. O que não é admissível é que base da polícia Civil sirva apenas para fazer volume em uma luta na qual lhes restarão apenas migalhas.


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